E quando liberdade deixa de ser um concelito e se toma algo pratico? E se o segredo dessa leveza que tanto buscamos entremeio às hiperconexões do século seja muito mais simples do que imaginávamos: o que basta no fim das contas é agir, mexer-se, ou até mesmo, por que não, deixar-se flutuar…

Mais que esporte, o kitesurf tem ares de uma certa filosofia da mente e combina vigor, leveza e a interação com os elementos ,mais primordiais da natureza, criando um lifesstyle único e poderoso.

Inventado nos anos 80, o kitesurt. evoluiu ao longo do tempo, tentando compreender a melhor foma de sair da água para cortar o ar: o casamento entre o rude e o sublime, lonas e recônditas câmaras de ar, entre força e leveza, se då através de finas e resistentes cordas, que funcionam como verdadeiros elos de ligação entre esses módulos de conceitos opostos.

Complementando essa, por assim dizer, tecnologia da leveza, que desafia a lei da gravidade, as barras e aros acrescentam poder e suporte nessa mistura heterogênea de formas e materiais: um mix interessante de shapes que se somam ao motor de todo o movimento, o corpo humano.

Corpo esse que está inserido, ora na água, ora no ar, mas sempre sob o constante movimento do vento e sob às varias facetas da luz do sol; A clareza das manhãs se transformam em cores quentes: vermelho alaranjadas do por do sol da praia de Cumbuco, no Ceará, point ou pico dos kitesurfers.

A simplicidade da vila de pescadores se traduz nos detalhes com falta de acabamento, que contrastam com o high end tecnológico dos kitesurfistas estrangeiros, porém não estranhos, que chegam do mundo todo.

Assim como o kitefurf evoluiu ao logo do tempo, também tornou-se mais responsável ambientalmente, criando acessórios sustentáveis e focando na redução de impacto ambiental na sua produção. Assim
são as ecobags da Green Bag Brasil.

Mas na noite do Cumbuco.

Tudo é intimo e leve, ou forte e rustico.
Depende do ponto de partida do olhar.
Estou livre então vou viver a vida.

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